Grande parte das nossas decisões não nasce no presente. Elas são influenciadas por algo mais profundo: as crenças centrais.
As crenças são ideias rígidas que formamos sobre nós mesmos, os outros e o mundo, geralmente ao longo da infância e adolescência. Exemplos comuns são: “não sou bom o suficiente”, “ninguém vai me amar de verdade” ou “não posso falhar”.
Esses pensamentos, muitas vezes inconscientes, moldam a forma como nos relacionamos, como enfrentamos desafios e até como lidamos com o sucesso. Uma pessoa com crença de incapacidade, por exemplo, pode evitar novas oportunidades por medo de não dar conta.
A boa notícia é que crenças podem ser identificadas e ressignificadas. Em terapia, isso acontece através de questionamentos, exercícios de reflexão e vivências que ajudam a construir uma visão mais realista e saudável de si mesmo.
👉 Vale se perguntar: suas escolhas de hoje estão baseadas no que você realmente quer ou nas crenças que você aprendeu a carregar?